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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Bullguer, para devoradores de hambúrgueres

Ontem eu e a Yuri voltamos ao Bullguer porque estávamos com vontade de hambúrguer e também da limonada especial com frutas vermelhas (!). Agora essa é uma das minhas hamburguerias preferidas - a outra é a Hamburgueria do Sujinho

Apesar da lotação (ontem a filial da Vila Nova Conceição estava muito lotada, mesmo perto da hora de fechar; e no outro dia em que fomos, uma terça ou quarta, também não havia mesa), vale a pena. Ontem e no outro dia, o pedido para viagem demorou uns 20 minutos para ficar pronto.

No outro dia provamos um hambúrguer chamado Stencil (pão, carne, queijo, cebola roxa, tomate, alface e molho), que é maravilhoso. Ontem provei o Uovo (pão, carne, queijo, ovo e maionese), a Yuri pegou um Lumberjack (pão, carne, queijo, bacon, picles e molho) e dividimos um Chicks (pão, frango, queijo, cebola roxa, alface e maionese). Também pedimos uma porção de batata frita, que vem em formato de Cheetos requeijão temperada com páprica (eu dispensaria essa páprica) e acompanhada de maionese e limonada com frutas vermelhas.

Uovo com fritas e maionese no potinho 

Close nas fritas com páprica 

Lumberjack

Chicks 


 Limonada com frutas vermelhas

Gostei muito do meu Uovo, a Yuri gostou muito do Lumberjack (é mesmo muito bom!) e o Chicks que dividimos achamos mais ou menos (em certo ponto, achei que tinha um pouco o gosto do McChicken!). Acho que os hambúrgueres de carne são o forte lá - por isso provavelmente nem vou provar o hambúrguer de peixe. 

O problema da batata frita com páprica é que o tempero deixa a batata mais salgada do que eu gostaria, por isso dessa fez só pedimos uma porção. A maionese que a acompanha é ótima.

Essa limonada é - NOSSA! -... sem palavras! Vem com pedaços de frutas vermelhas e, às vezes, com framboesas inteiras.

O preço médio do hambúrguer é de R$ 20 (um pouco abaixo da média, considerando os preços em São Paulo) e acho que vale a pena.

A única coisa que não entendi é por que a atendente de ontem queria cobrar a taxa de serviço de 10%, sendo que o pedido era para viagem. Perguntei se a taxa era obrigatória, ela disse que não, então respondi que preferia não pagar - pois é, mão de vaca mode on. É que nunca, jamais, em toda a minha existência, vi um lugar cobrar taxa de serviço quando a pessoa vai pegar comida para viagem, além da taxa de embalagem! Fora isso, recomendo muito o lugar. E para quem, assim como eu, não tem paciência para esperar sabe-se lá quanto tempo por uma mesa, a opção "para viagem" é a melhor.

domingo, 8 de janeiro de 2017

2017, finalmente!

Acho que passei por um certo tipo de bloqueio de escrita no último mês, mas estou de volta.

Tive vontade de escrever sobre milhares de assuntos desde meu último post, mas fui adiando, adiando. Talvez porque escrever publicamente sobre trivialidades e vivências e coisas que vi e li às vezes não faz sentido. Ainda mais que paralelamente mantenho um diário de papel em que às vezes escrevo coisas impublicáveis aqui. Mas depois continuar mantendo este blog volta a fazer sentido; fico pensando que pelo menos vou ter um registro on-line para saber como eu era, o que estava fazendo e o que pensava e sentia no futuro. Aliás, mês que vem vai fazer dez anos que comecei esse blog e, quando leio posts daquela época, tenho a sensação de estar em outra encarnação de tanto que minha vida mudou.

Estou de férias desde o dia 19/12 e, na primeira semana, o que mais fiz foi DORMIR, já que, ao longo do ano, devo ter dormindo, em média, quatro ou cinco horas por dia. Dois mil e dezesseis foi um dos anos mais puxados e pesados da minha vida - exigi bastante de mim e infelizmente precisei abrir mão de alguns planos por falta de tempo e de ânimo (das caminhadas, por exemplo, que consegui fazer só até meados de julho). 

Sempre tenho em mente que é preciso se esforçar muito para conquistar o que se quer, porque nada vem de graça ("nem o pão nem a cachaça"), então continuei me esforçando. Trabalhei, fiz frilas, não desisti do curso de tradução nem do MBA, tentei cozinhar e ler mais. Também refleti bastante e me angustiei muito ao concluir que metade da minha vida já passou e que tenho só mais uns trinta e cinco anos para "resolver a minha vida", ou seja, estabelecer quais são as metas mais importantes, o que é significativo de verdade, planejar tudo muito bem, juntar dinheiro para dar entrada num apartamento e poupar para a aposentadoria, e mudar o que for necessário o mais rápido possível. 

No fim do ano passado, me consultei com uma otorrino, que fez uma biópsia da minha língua e receitou vitaminas e um remédio. Provavelmente terei de passar por uma cirurgia por conta de um problema que tive há uns dez anos e reapareceu. Volto a me consultar no dia 10, com outro médico. Estou me preparando psicologicamente para a cirurgia, para ficar sem falar por semanas e tomar só sopa, vitamina e sorvete, como da outra vez.

Passei o Natal e o Ano-Novo em São Paulo mesmo, porque minha batian (avó) está de cama, muito doente, então não teve comemoração. Eu e a Yuri fizemos salmão com limão-siciliano; maionese; salada de salsão, nozes e maçã com molho de iogurte e hortelã; arroz "especial" (uma mistureba!); tender assado no molho de laranja com molho de laranja, mel e gengibre (vi a receita aqui e gostei do resultado). Também abrimos um espumante que compramos no Rio Grande do Sul há uns dois anos - e que depois misturei com guaraná e maçã picada para ficar mais palatável e menos alcoólico.

Também vi bastante Netflix, todo tipo de filme e documentário (ontem vi Blackfish, sobre orcas aprisionadas para entretenimento, e não consigo parar de pensar nisso até agora) e li alguns livros do fim do ano para cá, embora não tenha conseguido ler toda a meta que estabeleci no Skoob, ou seja, 165 títulos para 2016 (rá!). Apesar disso, li quase cem livros/ HQs, incluindo títulos que não estavam na meta inicial. Os livros que não li passaram automaticamente para a meta de 2017 - bem prático! Esse ano quero ler tudo que não consegui ler ano passado e mais alguns.

Ainda estou com pendências do tipo terminar os trabalhos de tradução do fim do curso da Casa Guilherme e responder e-mails de amigos ou mandar e-mails para amigos com quem não falo há bastante tempo - pretendo fazer isso na semana que vem, minha última semana de férias.

Algo que me deixou muito feliz foi conseguir separar muitos DVDs e livros que não quero mais, anunciar no Mercado Livre e vender vários desses produtos. A mágica da arrumação, da Marie Kondo, me ajudou a ter essa consciência de que preciso me livrar dos excessos de coisas materiais para me organizar e viver melhor. Estou lendo o segundo livro dela, Isso me traz alegria, e aprendendo um pouco mais sobre organização. Minha gaveta de meias continua organizada, o que, para mim, é uma prova de que o livro da Marie funciona. O melhor de tudo é a sensação de estar me livrando de coisas que não fazem mais sentido ou não têm mais valor para mim e ainda ganhar dinheiro com isso. É ótimo poder recuperar uma parte do dinheiro que gastei e que, teoricamente, já estava "perdido". Ainda não anunciei os móveis, a geladeira, o fogão e outras coisas grandes do meu apartamento, mas já consigo antecipar a sensação de satisfação quando conseguir vendê-las. Amanhã vou lá para tirar foto e depois trabalhar nos anúncios. Viva o desapego! E minha conta bancária agradece.

Acho que por enquanto é isso.

Volto depois com posts supostamente mais interessantes.

Ótimo 2017 para nós! :)